Untitled Document
PARA QUEM EXIGE QUALIDADE !
Untitled Document

    No Brasil, as empresas surgiram nos anos 60, devido ao aumento de assaltos a instituições financeiras, com o objetivo de proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores. Desde então, surgiram os trabalhadores em segurança privada, sob várias denominações, como vigias, guardiões, rondantes, fiscais de pátio, fiscais de piso e similares, que atuam em estabelecimentos industriais, comerciais ou residenciais. Esses indivíduos eram contratados por empresas de segurança gerenciadas por coronéis aposentados, que impunha aos vigias uma disciplina Militar. Neste momento, anos 70, estes trabalhadores são vistos e se vêem como um grupo Para-militar, idéia reforçada pelo decreto Lei nº 1034 que determinava que os elementos de segurança dos estabelecimentos de crédito, quando em serviço, terão prerrogativas policiais. Não sendo permitido a eles valerem-se dos direitos conquistados por outros trabalhadores, entre os quais o da organização sindical: sem o direito à organização e luta por melhores salários e condições de trabalho. Nesta época, os trabalhadores do ramo de segurança se auto dividiam em dois grupos: o denominado de ``A´, os vigilantes propriamente ditos, que atuavam nos bancos e transporte de valores usavam uniformes marrons, realizavam curso e portavam armas de fogo.E o grupo ``B´´ atuava maciçamente nas indústrias, não realizava curso de formação para vigilantes, usava uniforme cinza e não portava armas e eram denominados vigias. A categoria conhecida genericamente de ``vigilante, só ganhou qualificação profissional a partir de junho de 1983, quando a segurança privada foi regulamentada através da Lei 7.102. Assim auxiliadas, as empresa prestadoras de serviços de segurança puderam padronizar as normas de constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de segurança privada o qual eram cursados e fiscalizado pelos órgãos de segurança estaduais à Polícia Civil. No dia 1º de março de 1989, com sede em Brasília, foi fundada a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores - FENAVIST, com a função de estudar, defender e coordenar os interesses das categorias representadas pelos sindicatos das empresas de Segurança, Transportes de Valores e Curso de Formação de Vigilantes. Os serviços de Segurança Privada só podem ser executados por empresas de segurança registradas no Ministério da Justiça e através da Polícia Federal que à partir de 1989 passou a fiscalizar as empresas e academias de formação, que receberam o certificado de segurança e autorização para funcionamento. Os vigilantes dessas empresas também deverão possuir o certificado regular para esse exercício profissional o CF - Curso de Formação e o registro na CTPS pela referida empresa contratada com registro de profissão regulamentada expedito pela DPF e portar consigo a CNV - Carteira Nacional de Vigilante expedida pela empresa contratada que deverá providenciar o mais rápido do profissional o qual que vence de 04 em 04 anos.
    * OBS: Caso não possua a CNV o mesmo deverá portar consigo o protocolo de encaminhamento, caso o mesmo trabalhe armado e tiver uma ocorrência o mesmo poderá responder por porte ilegal de arma.

Untitled Document
Copyright © - Todos os Direitos Reservados